Quantas caras existem, Quantas metades se completam, Quantos quartos inexistem, Quantas vezes se deletam. São metades perdidas, Nas caras que observo, A minha está sem metade, Incompleta... me conservo. Colo minha metade Em outra metade agora, Mas o cara... não tem cara, Leva a minha... vai embora. Pego metade de outra, Mas não encaixa na que carrego, Disforme me encaro... imploro, Onde andará minha cara... metade...choro! |
| Valéria Lisita |
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